A iPhone Belém fatura cerca de R$ 1,09 milhão por mês, vende 312 iPhones e ainda controla quase tudo na cabeça da equipe. Esse documento mostra o caminho pra trocar isso por um sistema que funciona sozinho, sem perder o atendimento humano que vende.
Listamos abaixo as oito dores que mais aparecem na rotina da iPhone Belém hoje. Esse projeto resolve todas. Algumas vão sumir já no primeiro mês, outras só ficam prontas no quinto.
Cinco pessoas em um número só, volume alto: a Meta entendeu como bot e bloqueou. A operação perdeu o canal principal por meio ano. Sem virar oficial, isso volta a acontecer.
Os contatos dos clientes ficam salvos no aparelho e no chip do vendedor. Se o iPhone dá defeito, o chip quebra ou o aparelho é perdido, a base inteira vai junto. Não tem cadastro central, não tem backup, não tem segurança.
Quantas vendas saíram hoje? Quem está atendendo agora? Quem fechou mais essa semana? Hoje a resposta é olhar planilha. E planilha sempre está desatualizada.
60-70% dos leads entram pelo Direct e migram pro WhatsApp pra fechar. Hoje o atendente reconta tudo do zero, o cliente esfria no caminho.
Cliente para de responder no meio da conversa. Cada atendente decide se insiste ou se deixa pra lá. Sem cadência, sem motivo de perda registrado, sem tentativa de recuperar.
Dois atendentes vendendo o mesmo iPhone ao mesmo tempo. Reserva sem prazo. Aparelho que sumiu da prateleira mas ninguém atualizou.
90% das vendas da loja vêm de tráfego pago (R$ 15 a 17 mil/mês investidos em anúncio, sem contar a gestão da Actos). Mas a operação não sabe qual criativo realmente vende. A Meta também não, porque falta o rastreamento correto.
Cliente quer dar o iPhone antigo de entrada, e cada negociação vira invenção do atendente. Sem critério, sem termo de aceite, motoboy chega e descobre que aparelho não bate.
A gente acredita no jeito sanduíche: máquina faz o trabalho chato (responder na hora, qualificar, dar preço, mandar catálogo), pessoa faz o trabalho que vende (negociar, criar relação, fechar). Toda venda continua sendo do vendedor humano.
Cliente manda mensagem a qualquer hora. O assistente virtual responde em segundos, qualifica, manda foto e preço, agenda entrega ou avisa o vendedor humano.
Quando o lead esquenta de verdade, o vendedor humano entra. Lê o contexto inteiro no painel, continua a conversa de onde parou, oferece desconto, fecha o pedido.
Depois que o pedido sai pra entrega, o assistente volta: pesquisa de satisfação, pedido de avaliação no Google, lembrete de recompra daqui a 18 meses.
Cinco etapas. Tudo conectado por um sistema central que registra cada passo, e a gestão enxerga em tempo real no celular.
Cliente vê o anúncio no Instagram ou Facebook e clica.
Conversa cai no Instagram (60-70%) ou WhatsApp (30-40%). Assistente responde na hora.
Vendedor vê todas as conversas em uma tela só, com histórico e contexto.
Pagamento confirmado, motoboy avisado, nota fiscal emitida. Tudo automático.
Cliente recebe pesquisa, avaliação no Google, lembrete de recompra meses depois.
Antes de mergulhar no roadmap, dois recortes do que esse sistema entrega. Não é maquete — é o jeito real que o assistente conversa e o jeito real que a gestão vai enxergar o dia.
Cliente manda mensagem, o assistente qualifica e dá preço, e quando esquenta passa pro vendedor humano com todo o contexto.
Vendas, faturamento, performance por vendedor, alertas. O gerente abre o painel e responde "como foi o dia?" sem perguntar pra ninguém.
Esse era o maior receio do projeto: pra ligar o WhatsApp da loja na API oficial da Meta (o que destrava a IA, o painel central e o atendimento em escala), o caminho antigo obrigava a trocar de chip e perder o número que toda a clientela já tem salvo. A Meta lançou o Coexistence Mode e mudou essa regra de uma vez.
O contato que toda a base de clientes já tem salvo continua igual. Nenhuma divulgação, cartão de visita ou link de anúncio precisa ser refeito.
A mensagem do cliente chega na API (pra IA atender em segundos) e no WhatsApp Business do vendedor (pra ele assumir quando precisar) — em paralelo, sem conflito.
O número fica registrado direto na Meta como conta verificada. O banimento de 6 meses que aconteceu ano passado deixa de ser um risco técnico possível.
Tudo o que está no aparelho hoje (conversas, fotos enviadas, áudios, contatos) continua acessível pro vendedor. A migração não apaga nada.
O Coexistence Mode foi lançado pela própria Meta em 2024 e é hoje o caminho recomendado pra quem já tem operação ativa no WhatsApp Business e quer ligar a API. Não é gambiarra de terceiro: é recurso oficial, disponível pra contas no Brasil, com aprovação direta no Business Manager.
Cada fase tem o que vamos construir, o que muda no dia a dia da loja, e quanto tempo leva. Nada é entregue no final só: a iPhone Belém começa a sentir resultado já no primeiro mês.
Pra deixar claro o que tem por baixo, listamos abaixo cada item que o sistema consome por mês: servidor, inteligência artificial, APIs oficiais da Meta, transcrição de áudio, monitoramento. Todos eles entram pela Actos, não pela iPhone Belém. A mensalidade absorve esses custos, mesmo nos meses de pico em que eles passam do esperado.
Pra esse projeto andar nos prazos previstos, alguns itens dependem da iPhone Belém ou da equipe. Listamos pra evitar surpresa.
A iPhone Belém faturou cerca de R$ 13 milhões no último ano. Esse projeto inteiro, somando implementação e mensalidade do primeiro ano, fica entre 0,3% e 0,6% disso. Antes de chegar no preço, vale a matemática do que esse sistema devolve.
Pra qualquer cliente novo da Actos, o valor de implementação desse sistema completo seria de R$ 35 mil. Pra iPhone Belém, depois de 5 anos trabalhando juntos, o valor é outro.
Três opções, a iPhone Belém escolhe a que faz mais sentido. Cobrança via Asaas em qualquer uma delas.
A primeira mensalidade é cobrada no dia seguinte à aprovação do projeto. A partir daí, todo mês na mesma data. Cobre tudo que o sistema precisa pra rodar mais o meu trabalho contínuo cuidando dele.
A faixa varia conforme o volume real de conversas no mês. Em meses normais fica perto de R$ 1.700. Em meses de pico (sazonalidade, Black Friday, lançamento de iPhone novo) sobe até R$ 4.500. Esse valor é o teto: nunca passa de R$ 4.500, mesmo que o custo real fique acima. Em meses de pico, a Actos absorve até R$ 500 de sobrecusto eventual.
Fora da mensalidade fica só o que for desenvolvimento de funcionalidade nova grande (algo que não está nas 8 fases do projeto). Se isso aparecer, a gente conversa, orça separado, a iPhone Belém decide.
Na Opção 3 (parcelado por entrega), cada parcela só é cobrada quando a fase correspondente está entregue e funcionando. Se em algum momento o que entregamos não estiver servindo, a iPhone Belém suspende e a gente conversa antes de continuar. Risco mínimo do lado da loja, responsabilidade clara do lado da Actos. Já a Opção 2 (cartão) é parcelamento direto: as parcelas são cobradas no cartão independente de prazo.
Isso representa entre 0,3% e 0,6% do faturamento anual da iPhone Belém. Pra cada R$ 1 investido no sistema, conservadoramente voltam pelo menos R$ 7 em receita nova. Realisticamente, entre R$ 21 e R$ 34.